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Em regra, o valor tem como referência a sua remuneração. Quando o salário é variável, podem existir critérios próprios de cálculo.
Orientação jurídica em salário-maternidade
Entenda quem pode ter direito, como o benefício funciona e quais fatores podem influenciar a análise do seu caso.
Entenda o benefício
É um benefício previdenciário voltado ao período de chegada de um filho — pelo nascimento, pela adoção ou pela guarda para fins de adoção.
Você não precisa entender de leis para saber se vale a pena olhar o seu caso. Veja, de forma simples, como ele funciona.
Identifique a sua situação
Veja os perfis mais comuns. Em todos eles, o direito depende dos requisitos aplicáveis a cada caso.
Trabalhadora com registro em carteira. Pode ter direito, dependendo dos requisitos aplicáveis.
Com registro como empregada doméstica. Pode ter direito, conforme os requisitos do caso.
Microempreendedora individual que contribui pelo DAS. Pode ter direito, dependendo da situação das contribuições.
Quem trabalha por conta própria e recolhe ao INSS. Pode ter direito, dependendo dos requisitos aplicáveis.
Quem contribui sem exercer atividade remunerada, como donas de casa e estudantes. Pode ter direito em determinadas condições.
Mesmo sem trabalho no momento, a proteção do INSS pode continuar por um período. Vale verificar.
Quem adota ou obtém guarda judicial para fins de adoção. Pode ter direito, dependendo dos requisitos aplicáveis.
Trabalhadoras rurais e outras categorias também podem ter direito, conforme cada caso.
Cada caso pode depender do histórico previdenciário e de outros requisitos. Uma análise individual pode ajudar a identificar se existem possibilidades no seu caso.
Valor do benefício
O valor do benefício pode chegar de R$ 6 mil a R$ 12 mil
Em regra, o valor tem como referência a sua remuneração. Quando o salário é variável, podem existir critérios próprios de cálculo.
O cálculo costuma considerar as contribuições feitas como MEI, que normalmente têm como base o salário mínimo.
O valor pode considerar a média das suas contribuições em um período específico, conforme as regras aplicáveis.
Desempregadas, seguradas facultativas, trabalhadoras rurais e outros perfis têm critérios próprios, que precisam ser verificados caso a caso.
Quem vai orientar você
Juliana Gouveia dos Santos Rodrigues
Advogada · OAB/PR 108.532
Advogada formada em Direito, com atuação nas áreas previdenciária, civil e trabalhista. No escritório Rodrigues e Gouveia Advogados Associados, dedica-se especialmente a salário-maternidade, BPC, benefícios e aposentadorias, com atendimento presencial em Arapongas (PR) e online.
Cada atendimento começa pela escuta: entender a sua história e o momento que você está vivendo, para explicar com clareza os caminhos possíveis.
Próximo passo
Converse com uma profissional e entenda quais possibilidades podem se aplicar à sua situação.
Quero analisar meu caso pelo WhatsAppÉ só enviar uma mensagem contando brevemente a sua situação.